1º Dia - Faro / Ponta Delgada
Comparência no aeroporto 2 horas antes do voo para formalidades de embarque cujo detalhe de voo será informado atempadamente.
À sua chegada no aeroporto de destino, após a assistência por um representante local, segue-se o transfer para o hotel seleccionado. Estada no regime eleito.
Dias Intermédios - Ponta Delgada
Estadia no hotel seleccionado. Dias Inteiramente livres para actividades a gosto pessoal.
Último Dia - Ponta Delgada / Faro
Em hora a combinar localmente, transporte para o aeroporto. Após formalidades de embarque, partida com direcção a Faro. Chegada e fim do nossos serviços.
Preços
Descritivo
Preço
Preço da Viagem
€ 377,00
Total
€ 377,00
Sugestões de Alojamento
Datas Partida
Hotel
Zona
3 Noites / Regime
N/Extra
18.07 a 13.09
Comfort Inn
Ponta Delgada
€ 377,00 / APA
€ 37,00
Preço Inclui
Voos SATA em classe X ; Voos ; Seguro ; Iva ; Taxas de aeroporto e Suplemento de Combustível ( € 73, sujeitas a alterações legais ) Estada 03 noites em Quarto Standard com Pequeno Almoço Transfers .
Serviços Não Incluídos
Despesas de reserva € 15 (por cada reserva independentemente do número de pessoas)
Aviso
Salvo indicação em contrário, o preço é indicado por pessoa.
SA - Só Alojamento; APA - Aloj. e peq. almoço; MP - Meia Pensão; TI - Tudo Incluído
Sobre o Destino
Consulte mais informações sobre este destino!
Clique nas opções disponíveis para ver mais informações:
Ocupando uma superfície que ronda os 747 Km2, divididos por 6 concelhos diferentes, São Miguel é a maior ilha dos Açores e uma das principais portas de comunicação da Região com o exterior. Dotada de um aeroporto, localizado a cerca de 5 Km de Ponta Delgada, diariamente visitado por uma carreira regular de transporte aéreo de passageiros, que faz a ligação directa com a Europa, via Lisboa, num percurso que dura aproximadamente 2 horas, São Miguel encerra no seu interior todo um conjunto de belezas naturais capazes de satisfazer o turista mais exigente, sobretudo no campo paisagístico
Em Ponta Delgada Ponta Delgada é a cidade mais cosmopolita do arquipélago dos Açores, oferecendo um grande contraste entre o passado e o presente. Junto ao mar, onde nasceu a urbe, surge o centro histórico, no qual se misturam construções do Estado Novo com o chamado barroco micaelense, que tem muito que ver com o do norte do continente, apesar de o granito dos silhares dar aqui lugar ao basalto. Mais atrás, cresce a cidade nova, feita de edifícios modernos e largas avenidas. Escolha as Portas da Cidade, onde antes chegavam os viajantes que cruzavam o Atlântico norte, para começar o seu passeio. Era aqui a antiga entrada na povoação, que também já foi um cais, sendo hoje uma elegante praça de cunho barroco. Logo ao lado encontra-se a quinhentista Igreja Matriz, com um portal manuelino e interiores barrocos. Vale a pena percorrer as ruas estreitas da cidade velha, na direcção do aeroporto até ao campo de São Francisco, onde nos surge a Igreja de S. José, antigo convento franciscano onde podem ser apreciadas as mais ricas talhas barrocas da cidade, e também o convento da Esperança, com belos azulejos do século XVIII. Aí, na capela da Esperança, está a imagem mais venerada na ilha: o Senhor Santo Cristo.
Na direcção oposta surge o belíssimo Teatro Micaelense, recentemente recuperado, e o Hotel S. Pedro, que não é mais do que a antiga residência, muito alterada, do cônsul americano Thomas Hickling, uma figura proeminente da história insular do século XIX. Seguindo para oriente, começamos a viajar no tempo. Chegamos à moderna marina, que tem por cenário uma unidade hoteleira de arquitectura arrojada.
Rumo ao Nordeste Deixando a cidade pela estrada junto ao mar, logo se avista a bela Igreja de S. Roque, empoleirada sobre um promontório fustigado pelo mar. Segue-se a praia do Pópulo, de areia negra, e logo depois a povoação de Lagoa, rica de tradições no campo da olaria, onde se destacam a Igreja de Santa Cruz, com abóbadas manuelinas, a Igreja do Rosário e a Ermida dos Remédios, com azulejos mudéjares. Prosseguindo ao longo da costa, encontramos a praia de Água de Alto, a única com areia dourada, e logo depois entramos em Vila Franca do Campo, a capital antes do terramoto de 1522. Uma paragem permitirá conhecer o museu etnográfico ou visitar o convento de Santo André, onde as religiosas vendem peças de artesanato.
Continue o seu caminho até chegar às Furnas e faça uma paragem junto à Lagoa das Furnas. Não perca a oportunidade de aqui saborear um belo cozido. Depois, nada melhor do que ir a pé até às fumarolas e às caldeiras onde a água ferve e a terra borbulha, testemunhando que a actividade vulcânica está bem viva. A humidade que se eleva no ar faz com que esta área mais pareça uma região tropical, com o verde como cor dominante. Vale ainda a pena visitar o parque do Hotel Terra Nostra, onde foram recentemente recuperadas as instalações termais. Com um dos mais belos jardins portugueses, é o local certo para descansar o olhar na ribeira fumegante que passa ao lado.
Mais para norte surge a Povoação, a localidade mais antiga da ilha. A estrada prossegue para nordeste salpicada de diversos miradouros onde é possível deixar a vista perder-se pelo Atlântico que, lá em baixo, bate com estrondo na rocha. As bermas floridas marcam o caminho, que começa a descer em direcção ao mar. A costa é menos alcantilada, mas os miradouros continuam a justificar as paragens no caminho que segue por Santana até à Ribeira Grande. Já perto da cidade, impõe-se visitar a plantação de chá da Gorreana, cultura que surgiu no século XIX e que ainda hoje se mantém. A planta cresce como buxo, fazendo com que a encosta pareça um jardim. Na fábrica onde o chá é produzido, existe uma loja aberta ao público. A Ribeira Grande nasceu ao longo do curso de água que lhe deu o nome e onde surgiam vários moinhos. Numa breve paragem, vale a pena conhecer os Paços do Conselho ou a Igreja do Espírito Santo.
Volta das Lagoas A ilha conta com dois maciços: a nascente, a Serra da Água de Pau, e a ocidente as Sete Cidades. Deixando Ponta Delgada na direcção de nascente, à saída da povoação de Lagoa, segue-se pela velha estrada para a Ribeira Grande, em direcção à Lagoa do Fogo. Pelo caminho, o cenário muda radicalmente. Depois das fajãs, que dão vida à agricultura, e das vacas que andam empoleiradas pelas escarpas, surgem as majestosas criptomérias, as árvores que se esticam na direcção do céu. No pico da serra pode desfrutar-se de uma das mais belas paisagens da ilha e abarcar tanto a costa norte como a costa sul. Daqui o espectáculo pode ser magnífico ou a maior das decepções, dependendo de as neblinas estarem a cobrir a serra e a impedir a visibilidade, ou de baixarem para junto da caldeira da lagoa, escondendo-a dos olhares. A estrada desce então para a Ribeira Grande. Antes da zona das fumarolas, que antecede a cidade, há uma indicação para a Caldeira Velha. Vale a pena parar. Do parque de estacionamento segue-se um caminho de terra que deve ser cumprido a pé para encontrar, no meio da floresta, uma imponente queda de água que enche uma pequena caldeira de água quente, convidando a um banho. Retomando a estrada na direcção da Ribeira Grande, tome a direcção do sol poente, seguindo as indicações para Ribeira Seca (o fontanário gótico ainda tem depositadas lavas da erupção de 1563) e Rabo de Peixe, uma aldeia de pescadores.
Os miradouros são um convite constante para paragens no caminho para a Ponta do Escalvado. Aí deve seguir a indicação das Sete Cidades e subir a serra. Lá no alto, surge a Vista do Rei e o panorama – talvez o mais divulgado de S. Miguel – é digno de um monarca... enquanto, lá em baixo, a grande caldeira com a Lagoa Azul e a Lagoa Verde justificam o passeio. Para ver mais de perto, desça até junto das Lagoas. A povoação das Sete Cidades parece parada no tempo: pequenas moradias com jardins floridos e o terreno avermelhado com a lava são um cenário grandioso onde se pode ouvir o silêncio.
Em termos de artesanato, São Miguel oferece bordados, e a sua cerâmica tradicional azul e branca começa a ser conhecida. Para além disso, ainda é possível encontrar as mais diversas peças em osso de baleia, algumas das quais requintadamente pintadas, uma tradição que vai desaparecendo, uma vez que a pesca dos cetáceos há muito que é proibida. Também é possível rumar à zona da Fajã de Baixo. Aí existem diversas plantações de ananás, um fruto que no século XIX surgiu como mais uma alternativa à praga que matou os laranjais. Hoje os Açores estão associados ao ananás, e, nas plantações, os produtores vendem directamente os seus produtos. Contudo, quem abdique da visita poderá encontrar o fruto no mercado municipal, perto do Teatro Micaelense, onde é possível adquirir os ananases mais pequenos, que nunca chegam ao continente, mas que são os mais doces. Aí também é possível provar e comprar os queijos produzidos em todo o arquipélago. Outra sugestão passa pela visita de uma das duas fábricas de tabaco, onde, para além de cigarros, são produzidos charutos.
Aconselha-se roupa leve para o Verão. Nas estações de transição, ou seja, na Primavera e no Outono, opte por roupa adequada a dias mais frescos e húmidos. No Inverno, embora as temperaturas mais baixas não sejam muito rigorosas, chove com frequência. Pelo que se recomenda o uso de impermeáveis e agasalhos adequados.
As velhas receitas tradicionais mantêm-se em pratos suculentos, como o caldo azedo, couves solteiras, os fervedouros, o polvo guisado em vinho de cheiro, os torresmos em molho de fígado, as caldeiradas de peixe, o arroz de lapas, o ensopado de trutas, as lapas de molho Afonso, a que se deve juntar o sempre curioso cozido das Furnas, em que o tacho contendo as carnes e os legumes é enterrado envolto num saco para que o calor vulcânico actue, e passadas algumas horas está pronto a deliciar o paladar com o seu sabor. Lagosta, cavaco, caranguejos e as estranhas cracas, escondidas nos orifícios que escavam nas pedras, satisfazem os apreciadores de mariscos. No que respeita a queijos, São Miguel oferece o branco e macio queijo de cabra fresco e o queijo da Ilha, de sabor picante quando seco. A antiga doçaria conventual faz as delícias dos gulosos nas queijadas de Vila Franca do Campo, nos confeitos da Ribeira Grande, no bolo lêvedo das Fumas, na barriga-de-freira, massa sovada, bichos de amêndoa e compota de capucho, pequeno fruto de uma planta herbácea. A região da Caloura produz vinho de cheiro, ou morangueiro, com perfume característico e pouco encorpado. Os licores de maracujá e de ananás são formas agradáveis de terminar uma refeição.
Aqui ficam algumas sugestões de restaurantes: Alcides; Fontenário; O Jaime; Leão; Alabote; Cavalo Branco; Terra Nostra; Tavares; Cruzeiro; Cascata; A Traineira; Monte Verde, O Corisco, Arriba, O Gato Mia…
Pedir Informações
Se pretende obter mais informações, por favor, preencha o seguinte formúlario:
Pedir Orçamento
Preencha por favor o formúlario seguinte para obter orçamento: